Os formandos do curso de Ciência da Computação podem atuar em Desenvolvimento de Sites, Sistemas e Aplicativos, Administração de Banco de Dados, Segurança da Informação, Arquitetura de Sistemas, Infraestrutura Hiperconvergente e DevOps. Inicialmente se estuda disciplinas básicas (Cálculo Integral, Matemática Discreta e Circuitos Digitais, que têm como objetivo formar no aluno as capacidades analíticas de solução de problemas) e depois se avança para os conteúdos do ciclo profissionalizante, como Engenharia de Software, Programação e Redes de Computadores (que ensinam as técnicas e ferramentas para solução de problemas de computação).

As empresas estão cada vez mais se organizando em times multifuncionais, os desenvolvedores e DevOps estão integrados às demais áreas das organizações, permitindo um melhor entendimento das necessidades dessas áreas e construindo soluções conjuntamente, o que aumenta o taxa de sucesso das iniciativas internas. Dessa forma, o profissional de Ciência da Computação deve transicionar sua mentalidade, deixando de ser apenas um líder técnico, passando a ser um consultor de soluções de negócio.

“Todos os anos vemos alunos de diversos perfis iniciando o curso de Ciência da Computação e muitos deles não se sentem à vontade com o andamento do curso, pois não sentem que tem o perfil matemático necessário. Aqui na FAPAN, nós entendemos que esse pensamento é um equívoco enorme. Precisamos de profissionais com perfis diferenciados na Computação. No mundo atual não temos mais espaço para os profissionais que são apenas bons em lhe dar com a “máquina” mas não conseguem lhe dar com pessoas”.

Durante o curso, além de desenvolver todo o aspecto técnico-teórico, utilizamos Metodologias Ativas de Aprendizagem, que permitem que os alunos também desenvolvam outras habilidades, como:

  • Trabalho em Equipe – o gênio criativo solitário não tem mais espaço no mercado. As soluções mais disruptivas são construídas por grupo de pessoas, e grupos em que existe diversidade de pensamento e de vivência de vida;
  • Comunicação – sobretudo com equipes de perfis diferentes. Geralmente em uma empresa as demandas chegam na TI vindas de outras áreas. Os analistas precisam aprender a ouvir e responder com a linguagem correta.
  • Empatia – aprender a se colocar no lugar do outro, a pensar como o outro e enxergar como o outro enxerga é fundamental para construir soluções que realmente atendam às necessidades das outras áreas e de nossos clientes, agregando valor.
  • Liderança – o mundo precisa de líderes. Sem liderança genuína todas as organizações e iniciativas tendem a falhar. Prezamos por formar profissionais com o mindset do Líder, que entende que excelência não é um ponto de chegada, mas sim uma busca constante por fazer e ser mais e melhor;
  • Empreendedorismo – os alunos são incentivados a pensar e projetar soluções para problemas do mundo real, tendo em vista a criação de novos negócios, utilizando metodologias que são utilizadas nas Startups, como métodos ágeis e operação enxuta (Lean Startup);

Uma das iniciativas que iniciamos em 2018 e tem gerado impacto na formação dos alunos participantes é o Projeto de Pesquisa em Aplicações de Ciência de Dados na Amazônia, que busca formar especialistas em Machine Learning e Big Data Analytics, que são as ferramentas para explorar aquilo que existem de mais valioso na nova economia: os dados. Com essas iniciativas pretendemos formar os cientistas de computação que vão atuar na linha de frente dos processos de inovação da TI em suas organizações.

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